Como funciona o Minha Casa Minha Vida

Com o Minha Casa Minha Vida, é possível ter subsídio no financiamento do imóvel, além de taxas de juros atrativas. Saiba mais!

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Para ajudar quem vai comprar um imóvel novo, o governo federal criou o Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV). Esse programa tem maneiras diferentes de ajudar no financiamento imobiliário e estas condições mudam conforme a faixa de renda do interessado. Saiba mais sobre ele e como você pode utilizá-lo para ter a sua casa própria!

Como o programa funciona

O Minha Casa Minha Vida oferece condições especiais para as famílias que querem ter a sua casa própria. Com ele, é possível ter subsídio sobre o financiamento, o que reduz o valor total a ser pago pelo imóvel, e também as parcelas. Dessa forma, é possível pagar o financiamento sem prejudicar o orçamento mensal.

Na prática, o governo paga uma parte do imóvel para a família interessada, ou oferece taxas de juros mais atrativas do que as demais taxas presentes no mercado.

Nem todos que estão à procura de um financiamento conseguem entrar no programa, pois são aceitas somente famílias com renda mensal de até R$ 9 mil. Assim, os benefícios e ações do programa vão depender de qual faixa de renda a família está enquadrada.

Além disso, não são todos os imóveis que podem ser financiados pelo Minha Casa Minha Vida, mas somente imóveis novos e sejam de até determinado valor – valor este que varia de cidade para cidade.

Faixas de renda do Minha Casa Minha Vida

Renda mensal de até R$ 1.800

Esta é a faixa 1 do MCMV. Nela, o governo paga até 90% do valor do imóvel novo. As parcelas do financiamento poderão variar entre R$ 80 e R$ 270, e o financiamento terá a duração de até 10 anos.

Para participar, você deve procurar a prefeitura da sua cidade e se cadastrar no programa. Caso seja aprovado, terá que assinar o contrato do financiamento e se mudar para o imóvel em até 30 dias. Assim que conseguir a casa, existem algumas regras para não perder esse direito: pagar o financiamento em dia, morar no imóvel e pagar o IPTU, as contas de energia, água e condomínio.

Os imóveis que podem ser financiados nesta faixa devem ter valor de até R$ 96 mil.

Renda mensal de até R$ 2.600

Esta é a faixa 1,5 do programa. O subsídio é de até R$ 47.500 para famílias com renda até R$ 1.200. Famílias com renda entre R$ 1.200 e R$ 2.600 também tem subsídio, porém, o valor é reduzido progressivamente. Além disso, a taxa de juros é de 5% ao ano e o financiamento pode ser pago em até 30 anos.

Os imóveis que podem ser financiados nesta faixa devem ter valor de até R$ 144 mil.

Renda mensal de até R$ 4 mil

Nesta faixa, que é a faixa 2, o subsídio é divido conforme a renda das famílias. Quem tem renda de até R$ 1.800, recebe subsídio de R$ 29 mil em SP, RJ e DF; R$ 26.365 no sul do Brasil, no ES e em MG; e R$ 23.200 no norte, nordeste e no centro-oeste do país, exceto no Distrito Federal.

Famílias que têm renda entre R$ 1.800 e R$ 4 mil têm o subsídio reduzido progressivamente, e contam com taxas de juros entre 6% e 7% ao ano. Os imóveis que podem ser financiados nesta faixa devem ter valor de até R$ 240 mil.

Renda mensal de até R$ 9 mil

Esta é a faixa 4, e as famílias que se enquadram nela não conseguem nenhum valor de subsídio, porém, têm taxas de juros mais atrativas, sendo de até 9,16% ao ano. Os imóveis que podem ser financiados nesta faixa devem ter valor de até R$ 300 mil.

Como participar do MCMV

Famílias que são da faixa de renda 1 precisam se inscrever na prefeitura da sua cidade para, então, participar do processo de seleção. Neste caso, é preciso cumprir alguns requisitos, que são:

Cumpridos estes critérios, a família cadastrada participa de um sorteio, e pode ser contemplada para poder fazer o financiamento desejado.

Famílias de outras faixas podem se cadastrar diretamente no Banco do Brasil ou na Caixa Econômica. Assim, elas são submetidas a uma análise de crédito para determinar a taxa de juros e o valor do subsídio. Alguns requisitos também são exigidos para que o financiamento possa ser feito:

E quem ganha acima de R$ 9 mil por mês?

Quem recebe acima de R$ 9 mil por mês infelizmente não pode participar do programa. O caminho é procurar um financiamento que tenha as menores taxas de juros, pois as parcelas e o valor que você pagará ao financiar seu imóvel também diminuirão. Normalmente, é a Caixa que tem a melhor proposta, mas não custa pesquisar em outros bancos antes de tomar a sua decisão!

Veja aqui uma comparação das taxas de juros cobradas em seis grandes bancos do país.

Sair do aluguel é um sonho possível!

Veja o vídeo abaixo e entenda porque vale a pena insistir no financiamento para conquistar a sua casa própria.

Quem paga o aluguel todos meses garante uma moradia, mas ela não é própria. Sempre que precisar fazer algum reparo ou mexer na estrutura da casa, por exemplo, você deverá conversar com o proprietário do imóvel antes e pedir autorização. Por outro lado, no financiamento, você paga as parcelas da compra todos os meses, entretanto, nesse caso, a casa será sua após a conclusão do pagamento e, depois de fechar o acordo com o banco, você poderá se mudar e fazer reformas.

O dinheiro gasto no pagamento do aluguel pode ser guardado e usado na entrada do financiamento de imóvel. Portanto, pense na possibilidade de apertar o orçamento e reservar o dinheiro para comprar o seu próprio imóvel. Saiba mais aqui!

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